Germany’s first all-women Hackathon – by Berlin Geekettes

This weekend, right after MWC13, I went to Germany’s first all-women hackathon, organized by Berlin Geekettes (in Berlin). The event was invite only, and I was one of the +100 women – yes, +100 women – who attended and spent the weekend hacking. You can see pictures summing up the event at 
http://bghackathon.tumblr.com/
. I served as UX and designer consultant for two teams, and one of the teams came in 4th! Full details of this amazing experience bellow:

Berlin Geekettes started one year ago, founded by Jess Erickson, and in just one year managed to form a network of +400 women connected to technology, from developers, designers, to entrepreneurs and angel investors. The team was approached and invited to Google, Facebook and other companies, to present the group and talk about their experience. The main team is formed of 4 other women, including an events manager, a technical ambassador, an evangelist and an official photographer/designer. The website is 
http://berlingeekettes.com/
, but it will be changed soon from a Tumblr based to a full CMS page.

The Hackathon was attended by more than 100 women. This is a remarkable number even for those who are active in female oriented online groups and know how many women are active but avoid regular events for a number of reasons. The absolutely majority was developers of web applications, very few C developers. I didn’t count how many ideas were pitched, but in the end 28 projects were finalized and demoed. The event was sponsored and hosted by Deutsche Telekom, which provided space, flawless internet access and technical support; SoundCloud, sponsoring meals, prizes and having engineers to support the apps development; Uber, a car service who offered every participant one free ride anywhere and anytime; plus 15 smaller sponsorships, several with onsite engineers to support the developers. Facebook wanted to be there but double booked, so they send a video message specially recorded for the event. The Hackathon ran officially for 24hs, with extra activities expanding the event to a total of 48hs.

The difference from the regular hackathon, besides being an all-women event, was the inclusion of a yoga stretching room, where a volunteer ran 10min sessions during the 24hs to help developers to take a break; real food, delicious, organic, provided by an independent chef; a crafts room, where Etsy helped developers to craft their mascot; the sponsorship of a car service company to give everyone the sense of safety and freedom to hack as long as they wanted, and 2 little kids supporting their respective moms during demo time. Besides that, was everything like any other hackathon, obsessive hackers coding away, groups collaborating, arguing, supporting each other.

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The projects were posted using Hacker League website, and can be seen here 
https://www.hackerleague.org/hackathons/berlin-geekettes-hackathon/hacks
 . I participated in Journey Mix, a tool for finding tracks for long activities (the idea started to be pitched with “I used to go clubbing a lot. Now I go running a lot, but I miss the DJs”); and Bikeable Sounds, basically plotting your playlist into your bike path map. Both were using SoundCloud service. Journey Mix got the 4th place, and it’s live at 
http://alihaberfield.com/journeymix/docs/index.html
. The first prizes went to Monkey See Monkey Do (1st

 - helping children to understand their schedule); Life in Music (2nd
http://www.lifeinmusic.net/
); and Sound Pairs (3rd
http://www.speedspiration.com/soundpairs/index.html
, another educational tool for teaching sounds to children). My other favourite idea was the Urban Sound Archive, Mood Swings, Wonder Belt and Flip It.

It was an overwhelming experience to find myself with so many female hackers, and I think we were all in this same state of wonderment. But as for reflections on the developer scene, I noted a few important insights:

-       many web developers are just doing HTML5 without any fuss about it. We just did, without calling it HTML5, most of the time it was called JavaScript/CSS programming.

-       two of the most cheered demos, that got the crowd excited, were about sensors. The Wonder Belt used tapping to play Tetris, and the LeapPlay, using the LeapMotion sensor device to play music.

-       having a common objective and appropriate tools made us all go miles this weekend. I learned tons of CSS, my colleagues learned tons about API programming, SoundCloud learned a lot about bugs in their API, and everybody went further than they imagine. I saw one of my colleagues doing this face many times during the time there 
http://thejoysofcode.com/post/43971443267/when-i-accidentally-fix-a-huge-bug-with-a-single-line

-       having a UX knowledge can really save tons of time from developers. I helped them to think about the objectives, similarities and differences into 3 projects thinking of merging, ending up in two different projects. Ideas about what should be shown, should be hidden, should be featured, presented and in what order helped the developers to focus and achieve a lot more than if they had to test every option.

There are some talks for expanding Berlin Geekettes, and one of the first chapters will be Munich Geekettes, supported by this happy hacker-turned-designer-over-the-weekend reporter. Now if you excuse me, I will crash again because this week was amazing, but I need to recharge.

Technical content

Para quem ainda não notou, eu não publico conteúdo técnico aqui. Antigamente ainda publicava muito raramente, mas agora que faz parte do meu trabalho, minhas publicações estão concentradas na Intel Developer Zone. Os artigos são exemplos do que ando trabalhando no momento – agora por exemplo estou começando no mundo de desenvolvimento de aplicações para Ultrabooks usando sensores. Toque, GPS, começando agora com acelerômetro, NFC, etc. Também tem algo de HTML5, o que vou expandir no futuro. Então se você quiser saber o que ando fazendo na parte técnica, ou saber mais sobre desenvolvimento para Utrabooks, pode dar uma olhada nos meus artigos e claro, visitar todo o conteúdo disponível na IDZ.

For those who haven’t noticed yet, I don’t publish technical content here. I used to do that seldom before, but now that’s is part of my job, my articles are published at the Intel Developer Zone. Those articles are samples of my work at the moment – right now for instance I’m starting on the development for Ultrabooks using sensors. Touch, GPS, now going into accelerometer, NFC, etc. There is also some content about HTML5 that I intend to expand in the near future. So, if you would like to know what I’ve been doing on the technical side, or to know more about Ultrabooks development, you can check my articles and of course, all the content available at IDZ.

Buscando argumentos contra o machismo na comunidade?

Há anos – provavelmente uma década já – falo a respeito do machismo e misoginia na comunidade. Infelizmente pouco mudou. Os episódios são frequentes, os argumentos são os mesmos. Mas a boa notícia é que hoje você já pode encontrar recursos para saber 1) como identificar e 2) como responder.

Por incrível que pareça, um dos argumentos mais usados e mais eficientes em uma discussão é acusar a vítima de ter uma reação desproporcionada, de não ter senso de humor, de que não tem nada demais. E como somos criadas – as mulheres – para sermos conciliadoras, sempre acabamos questionando se a culpa não é realmente nossa, se não entendemos errado. Dica: se você se sentiu ofendida, diminuída, atacada, a probabilidade é que foi sim intencional.

Mas o melhor mesmo é saber como responder. Saber que existem táticas milenares de desacreditar uma pessoa, de atacar ela pessoalmente, de ofender anonimamente, de dar voltas ao assunto, usar a carta da liberdade de expressão, do anti-politicamente correto(o que daria um outro post). Saber identificar e como responder é fundamental para sua sanidade mental e evitar que, como tantas outras, você acabe tão desiludida que simplesmente abandone.

Então, vamos aos recursos – todos em inglês ainda:

Geek Feminism Wiki - com 95% de probabilidade, a situação que você se encontra já foi documentada. Os argumentos utilizados, o que está implicito nestes argumentos e como desmascará-los. Ali você pode encontrar também uma linha do tempo de incidentes – e olha que nem contamos os brasileiros – mitos a respeito dos grupos feministas online e até uma cartela de bingo. Sim, bingo, porque toda vez que você ver um incidente machista, pode tirar sua cartela e começar a contar o tempo que os argumentos vão ser listados. Recursos assim possibilitam dissecar uma discussão e observar os argumentos e métodos utilizados para manter a situação como ela está, como por exemplo o mais recente incidente desta semana. Existem mais de 600 artigos sobre diversos assuntos, mas em se tratando de um post em português para a comunidade feminina brasileira, eu gostaria de particularmente apontar para este artigo. Leiam e reflitam.

Ada Initiative – Valerie Aurora e Mary Gardiner decidiram que era hora de alguem dedicar-se em tempo integral a melhorar esta situação. Elas fundaram a Ada Initiative, uma organização sem fins lucrativos que as possibilita concentrar-se nestas situações, oferecendo consultoria, treinamentos, o que aparecer. Ano passado 30 eventos implementaram a política de intolerancia ao machismo e discriminação, o que foi um tremendo avance. Para manter esta iniciativa são necessário doações e patrocinadores. As doações podem ser de qualquer quantia, e se você conhece alguem que poderia considerar um patrocinio maior, apresente esta página. Agradecemos todas :)

Existem claros muitos grupos de apoio como Linuxchix, Debian Women e outros. Mas a iniciativa prática de começarmos a documentar e ter uma participação mais ativa que reativa me parece muito eficaz. O tempo dirá…

Chegando lá

Eu tenho ouvido de vez em quando esta frase – você chegou lá. Ouvi algumas vezes na vida, mas ultimamente tem sido mais frequente, seja de um parente que me descobriu na internet ou um conhecido de muitos anos.

Eu sempre achei esta frase um pouco confusa. Lá onde? Ou melhor, aqui, e aqui é onde? Eu imagino que queiram dizer que eu cheguei a um lugar confortável, reconhecido, de sucesso. Porque onde é aqui mesmo, se nem eu sei, imagino que seja difícil imaginar para qualquer um. Quem me conheceu antes geralmente não consegue imaginar ou dimensionar minha vida agora. E quem me conhece agora não consegue imaginar ou dimensionar o que foi antes. Eu agradeço quando me falam isto, mas até pra mim é difícil olhar pra trás e ver o começo.

Mas o que eu sempre fico com vontade de dizer para estas pessoas é que na verdade, você nunca chega lá. Quando você chega lá, ao horizonte que havia visto anteriormente, já tem um outro horizonte a vista. Tem gente que nem começa a viagem, porque o horizonte está longe. Tem gente que nunca para pra contemplar a vista…

Acho que muita gente se refere ao “chegar lá” de maneira financeira. E certamente, minha vida é muito mais confortável agora. E muito mais segura, principalmente morando fora do Brasil. Mas a máxima que dinheiro não trás felicidade foi comprovado por um estudo, que tentou descobrir se as pessoas eram mais felizes sendo mais ricas que outras. E descobriram que existe um ponto onde mais dinheiro não significa mais felicidade. Até um certo ponto sim, porque a falta de dinheiro é uma causa de infelicidade. Mas o excesso dele não faz diferença. Nos EUA este valor é estimado em US$75mil ao ano. Menos que isto pode te fazer infeliz, mas depois disto sua felicidade é a mesma que quem ganha US$300mil ao ano. Simplificando o estudo, “depois que você tem dinheiro suficiente para ir no cinema e comprar pipoca sem se preocupar com a conta de água, sua felicidade entra em um platô”. Eu gosto de ganhar o suficiente para ter uma vida confortável e pensar no futuro, mas gosto muito mais de aproveitar o agora que guardar pra depois. Eu sempre pensei que quero aproveitar a vida agora, viajar, quando estou jovem e com saúde. Esta história de trabalhar demais e acumular pra depois ter que gastar com remédios nunca foi pra mim… alias, ja escrevi uma vez minha opinião sobre dinheiro aqui…
http://sulamita.net/2009/03/27/da-pra-parcelar-em-um-milhao-de-vezes/

E o fato de que o mundo é redondo tem uma consequência que muita gente que “chega lá” falha em entender – você não vai estar sempre por cima. Eu vejo isto vez após vez após vez… seja alguém que ganhou uma promoção ou alguém que começou a ser reconhecido na comunidade – já que muita gente que vem a este blog vem da mesma comunidade. Parabéns se você começou a ser reconhecido e se até te convidam para palestras! Mas isto não faz de você um guru de suma sabedoria. Nem uma celebridade. Pensa – são 7 bilhoes de pessoas no mundo; cerca de 1,5 bilhão tem acesso a internet; a maioria usa open source sem saber, mas a comunidade contribuidora em si deve corresponder a que… umas 300 mil pessoas? Não faço ideia, mas você entendeu o conceito ne? Então, deste suposto numero, qual seria este número para o Brazil? Mesmo que você tenha viajado para outros países, a probabilidade é que você conheceu apenas uma pequena parte, e que foi conhecido por mais alguma parte. E você aí já se achando um Tanembaum? Um Júlio Neves? :)

Ou novos gerentes que acham que de agora em diante, são imperadores e podem fazer o que quiserem. Ou que não devem mais ‘se misturar’. E descarregam todas suas frustrações e complexos nos subordinados. Novamente, o mundo gira… e pessoas que antes tinham uma divisão de várias dezenas de pessoas podem virar “contribuidores individuais”, como chamam. E os antigos subordinados podem agora estar em posições de poder, posições que poderiam ajudar… ou repetir o mesmo padrão.

Você sempre vai estar por baixo em algum momento no futuro, e eu acredito que aí vão te cobrar o que você fez quando estava por cima. Ter noção do sucesso trazido pelos seus esforços e trabalho são ótimos. Saber se defender da inveja alheia é necessário. Mas também manter em vista o seu real tamanho no mundo ajuda a não deixar isto “subir a cabeça”. E é isso que eu gostaria de encontrar uma maneira simples de demonstrar para todo mundo, mas sempre vai ter alguém achando que é o Escolhido… aí só resta ter paciência e esperar o mundo girar novamente…

E quanto a mim, é uma sensação boa olhar para trás e não ver o começo. Mas olho pra frente e ainda não vejo o final, o que é ainda mais emocionante :)

Matéria no Correio Braziliense – Aposta no software livre

Reproduzo aqui a matéria publicada na sessão de tecnologia do Correio Braziliense. Fiquei surpresa e imensamente honrada de ter o depoimento da minha primeira chefa e guru Kathia Juca, e da diretora de publicações da SBC, Karin Breitman. Muito obrigada!

Sulamita Garcia, engenheira de marketing técnico de um gigante do mercado, é a última personagem da série sobre mulheres na área da tecnologia da informação. A catarinense direcionou a carreira para o ramo dos programas de código aberto

» Thais de Luna

“No meu último ano do Ensino Médio, entrei em contato com computadores em um escritório onde trabalhei. Fiquei curiosa para mexer com essas máquinas e decidi tentar ciências da computação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para descobrir mais sobre elas.” Assim começou a trajetória de Sulamita Garcia, uma catarinense de 34 anos, no universo da tecnologia.

Ela não imaginava que sua curiosidade a levaria a ser, um dia, engenheira de marketing técnico para a Europa do programa de desenvolvimento AppUp, da Intel - uma das maiores multinacionais do setor tecnológico. A jovem de cabelos vermelhos acertou na decisão do curso e começou a buscar descobrir qual especialização mais lhe interessava. “Trabalhei com desenvolvimento de sistemas, segurança, suporte e, mais recentemente, com marketing técnico, que é a divulgação de material técnico para outros profissionais”, detalha Sulamita. Ela considera a área em que atua hoje em dia muito interessante, pois “sempre aprende coisas novas” e tem “novos desafios”, o que acaba com a sensação de rotina.

Sulamita começou na Intel em 2007, como administradora de comunidades open source – referentes a softwares livres (também conhecidos como programas de código aberto). Empolgada, decidiu acrescentar à função o trabalho com outras empresas e o desenvolvimento de estratégias para novos produtos, soluções de problemas inovadoras e ações de marketing alternativas. “Foi uma fase extremamente enriquecedora para minha carreira, na qual aprendi muito sobre estratégia e desenvolvimento de negócios, deixando um pouco de lado a área técnica”, afirma. Além disso, ela considera que era muito gratificante atuar com a comunidade de código aberto de maneira integral, algo que, antes de ir para a companhia, fazia apenas no tempo livre.

Em 2009, surgiu a oportunidade de ser engenheira de marketing técnico de open source na Europa, mais especificamente em Londres, na Inglaterra. “O perfil específico para esse tipo de trabalho é de alguém com experiência técnica, mas que também mantenha relacionamento com clientes. Abracei a oportunidade”, relata. Para ela, foram dois anos que lhe acrescentaram muito profissionalmente, pois pôde trabalhar com equipes de nações distintas. “Em seguida, veio mais uma oportunidade de mudança, para atuar em Munique (Alemanha) com o programa Intel AppUp para Desenvolvedores, em que educamos desenvolvedores de aplicativos sobre as oportunidades criadas pela AppUp Store e os ajudamos a enviar suas criações”, esmiúça.

Por iniciativa própria, Sulamita tem estudado a influência da parte psicológica dos indivíduos na área de design, consumo e decisões. “A companhia tem grupos de análise da experiência do usuário, novos métodos de pesquisa de mercado e design, setores que são fascinantes para mim”, admite. Como o programa que comanda é voltado diretamente para consumidores e desenvolvedores, a catarinense acredita que essa percepção é importante para desenvolver produtos atrativos e fáceis de usar, que contem com o engajamento dos usuários.

Perseverante

Segundo a superintendente de governança eletrônica e tecnologia da informação e comunicação Kathia Regina Lemos Juca, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e quem orientou Sulamita no trabalho de conclusão de curso, a ex-aluna conseguiu contribuir com a sociedade a partir da divulgação e da desmistificação do uso do sistema operacional Linux. Durante todos os anos em que conviveram, as características da personalidade da catarinense que mais chamaram a atenção da professora foram a perseverança e a postura ética da pupila. “No decorrer da graduação, ela enfrentou muitas dificuldades e percalços, devido a problemas financeiros, mas ela aceitava e enfrentava os desafios. Manteve-se durante toda a graduação com bolsas de apoio ou de pesquisa oferecidas pela instituição e nunca se deixou abater, sempre bela e muito positiva”, assegura.

Ela recorda que a jovem, que já se interessava por Linux e código aberto, teve mais influência para entender essas questões na faculdade. “Como sempre tivemos um numero razoável de equipamentos, ficava muito caro pagar a licença de softwares. Então, sempre foi incentivado o uso de open source em nossos servidores e em aplicações para a internet”, detalha. Kathia afirma que a presença de representantes mulheres em grandes companhias de tecnologia podem influenciar de maneira positiva aspirantes ao curso de ciências da computação.

Exemplo

A diretora de publicações da Sociedade Brasileira de Computação, Karin Breitman, professora do Departamento de Informática da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), conta que Sulamita é um exemplo para outras mulheres, principalmente no Brasil, de que é possível ter uma carreira bem-sucedida no mundo da computação. “Apesar de essa ser uma indústria de pessoas, em que se fala da importância do Bill Gates e do Steve Jobs, pouco se aborda sobre as contribuições pessoais técnicas, de engenheiros de verdade. A Sulamita é uma dessas pessoas que têm sucesso muito grande no mundo corporativo”, conta Karin.

Segundo a integrante da SBC, há um crescimento no número de vagas em empresas de tecnologia, mas muitas garotas nem sequer ingressam nos cursos de computação. “A gente tem mais ou menos três ou quatro ofertas de emprego por aluno”, reporta. Ela diz que, para convencer garotas a seguir o interesse que têm por computadores, usa casos como o da brasileira da Intel, como forma de apresentar possibilidades de emprego para essas jovens. “É fundamental mostrar o que fazem pessoas nessa área, abrangendo programação, design, arquitetura de software.”

Para Karin, o preconceito em ingressar na área não é apenas dos homens, mas das próprias mulheres. “Elas acham que vão ficar masculinizadas, com estigma de nerd. E então vem o exemplo da Sulamita, que tem uma boa carreira e ainda assim se arruma, é menininha, fala bem”, destaca. “Eu a acho sensacional. Ela tem um aspecto técnico muito forte, principalmente porque trabalha com Linux. E ela consegue mostrar que continua sendo feminina, mesmo em um emprego dominado por homens.” É essa diversidade de gêneros e culturas na indústria que, de acordo com Karin, faz o mercado evoluir.

Design in a box

As many people, I’m a big fan of Japanese cuisine. I can’t say I love everything, because I’m passed over the assumption that if I like sushi, I will like any kind sushi or any Japanese dish. One trip to an authentic Japanese restaurant in California proved me this. But still, I like try my choices with new dishes once in a while.

One good way to do it is with a bento box. A bento box it’s a complete meal, but with many items in small portions, so you can taste several dishes and preparations.

Bento Box at Haguruma this weekend, Munich

However, have you really observed a nicely packed bento box into details? I must confess I haven’t, until I was reading Emotional Design. A bento box has several purposes, some basic but some very subtle:

  • To have a nutritional balanced meal. Looking at it, you see protein, carbohydrates, and vegetables.
  • To have a diversity of tastes and offer the possibility of trying different options
  • To have a beautiful presentation, making the consumer inspired and feeling good by looking at it. The major aim would be to have that little sad feeling for destroying such piece of art before eating it.
  • To pack as many different dishes as possible, in such small space.
  • And mainly, to show off the chef’s ability in delivering a nutritional, delicious, packed but yet beautiful meal in constrained space

A bento box it’s a great example of a good design. It has the purpose of feeding and serves this purpose, but adds the extra quality by balancing ingredients and displaying them in a form of art.

As I was thinking over my bento box this weekend, I started thinking on services that lately are becoming very popular into delivering information into a fun and visual form. We all probably have been over extensive reports on market researches and numbers and projections over 150 boring pages. But more and more data companies are starting to offer some other options, like this graphic I’ve seen this weekend:

60 Seconds - Things That Happen On Internet Every Sixty Seconds
Infographic by- Shanghai Web Designers

I do hope this trend continues and improves. Now if you excuse me, this whole bento box talk made me hungry!